Bia no telefone:
- Pai, você não vem para o Natal? As pessoas estão chegando.
- Já vou filha, mas ainda preciso tomar banho. Quem lhe pediu para você me telefonar?
- Ora, pai, fui eu que pedi pra mim mesma!
sábado, 25 de dezembro de 2004
sábado, 11 de dezembro de 2004
quinta-feira, 9 de dezembro de 2004
segunda-feira, 23 de agosto de 2004
Uma balinha especial
Ao me ver pensativo, Bia diz:
-- Toma esta balinha, papai. É a balinha da alegria.
-- Toma esta balinha, papai. É a balinha da alegria.
sexta-feira, 20 de agosto de 2004
Pressão arterial alta
Bia liga e diz que quer me ver.
- Agora não dá, filha. A minha pressão subiu.
Ela, preocupada:
- Papai, a sua pressão não está mais na barriga?
- Agora não dá, filha. A minha pressão subiu.
Ela, preocupada:
- Papai, a sua pressão não está mais na barriga?
terça-feira, 3 de agosto de 2004
O Homem-aranha
- Bia, se uma aranha me picasse, como no filme, eu também seria um homem-aranha.
- Pai, não dá; você é gordo.
- Pai, não dá; você é gordo.
terça-feira, 20 de julho de 2004
Como se reza?
Na igreja, Bia ajoelha-se diante de uma imagem:
-- Pai, como é que reza?
-- Peça baixinho ao menino Jesus algo que lhe deixará feliz.
-- Menino Jesus, eu quero um hamster.
-- Pai, como é que reza?
-- Peça baixinho ao menino Jesus algo que lhe deixará feliz.
-- Menino Jesus, eu quero um hamster.
O elevador
Júlia corre pelo corredor do sétimo andar, pára diante de uma janelinha do vão do cabeamento elétrico que percorre todos os andares e comenta:
-- Olha, pai, um elevador de rato!
-- Olha, pai, um elevador de rato!
domingo, 23 de maio de 2004
De fininho
-- Bia, vamos sair de fininho, para que a sua irmã não nos veja.
-- Chiii, pai, ela já viu a gente! Estamos saindo de grosso.
-- Chiii, pai, ela já viu a gente! Estamos saindo de grosso.
É muito...
-- Pai?
-- O que, Bia?
-- Quantos anos você tem?
-- 51.
-- Deixa eu contar: um, dois, três quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze... Nossa, pai, não dá para contar. É muito!
-- O que, Bia?
-- Quantos anos você tem?
-- 51.
-- Deixa eu contar: um, dois, três quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze... Nossa, pai, não dá para contar. É muito!
Passagem secreta
Bia:
-- Eu não tive medo quando passei pela passagem secreta [um corredor escuro na área comum do prédio]. Só o meu coração é que tremeu um pouco.
-- Eu não tive medo quando passei pela passagem secreta [um corredor escuro na área comum do prédio]. Só o meu coração é que tremeu um pouco.
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